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Nem uma a menos! Barrar a epidemia de feminicídio no país!

Redação da VOS No ano passado, o Brasil ficou chocado com o assassinato brutal de Tainara Souza Santos, arrastada na Marginal Tietê, em São Paulo. Nos últimos dias, foi noticiado que a amiga de Tainara, Priscila Versão, foi espancada e morta pelo namorado após uma festa. Estes casos, e tantos outros que nos assombram nos noticiários, são retrato de uma dura realidade do crescimento da violência machista e do feminicídio. Em 2025, o país atingiu a marca estarrecedora de 1.518 feminicídios — o maior número já registrado desde a criação da lei em 2015. Além disso, foram registradas 3.702 tentativas de feminicídio, um aumento de 26% em relação a 2024. Isso significa que, no Brasil, diariamente pelo menos 4 mulheres são mortas e 10 sofrem tentativa de assassinato pelo fato de serem mulheres. Estes dados não são um ponto fora da curva, mas o cume de uma montanha de abusos: os estupros ultrapassaram 83 mil registros anuais e as agressões físicas cresceram 16,9%, segundo o Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Em 2024, o país já havia atingido número recorde de feminicídios, com 1.458 vítimas registradas e, naquele ano, 21,4 milhões de mulheres sofreram algum tipo de violência. São