Nacional

Nem Lula Nem Flavio Bolsonaro: organizar a classe trabalhadora para lutar pela soberania do Brasil

No primeiro turno muitos trabalhadores se perguntaram qual a saída para os seus problemas e se havia alguma candidatura em que pudesse votar para resolvê-los. Estamos falando de um Brasil que tem 82% das famílias endividadas[1], onde 69,1% das pessoas vivem com até 2 salários mínimos[2] e com uma simples ida ao mercado as pessoas percebem que o custo de vida está crescendo[3]. Nós da Voz Operária Socialista (VOS) fomos para a porta das fábricas discutir com a classe trabalhadora quais seriam as medidas necessárias para resolver esses problemas: fim da escala 6×1, redução de jornada de trabalho sem redução salarial, aumento do salário mínimo para o salário mínimo necessário de acordo com o DIEESE, que em setembro já está em R$ 7750,01 (mais de R$ 6000,00 acima do salário mínimo atual)[4], a necessidade de que as terras raras do Brasil não sejam rifadas para o capital estrangeiro e nacional. Discutimos que tudo isso interessa apenas para a classe trabalhadora, em especial para classe operária que toca a produção de riquezas do país, tem a força de parar essa produção e levar essas lutas e muitas outras adiante. Para isso no primeiro turno apresentamos a candidatura de Frodo e nas